Terra Fertil, agricultura de sucesso!

Realizamos análise completa de solo, tecido vegetal, água, fertilizantes e corretivos, trazendo informações precisas para o seu manejo.

Quem somos

História do Laboratório Terra Brasileira

Desde sua fundação em 1999, o Laboratório Terra Brasileira se destaca por sua visão inovadora e compromisso com a excelência. Com uma equipe dedicada e espírito empreendedor, oferecemos soluções de análise de solo, tecido vegetal, água, fertilizantes e corretivos de maneira rápida e eficaz.

Graças a uma logística eficiente e uma equipe altamente evoluída, temos a capacidade de atender às necessidades de nossos clientes com agilidade e precisão. Nosso compromisso vai além de simplesmente prestar serviços; buscamos constantemente o desenvolvimento e a inovação, sempre em direção ao progresso. O Laboratório Terra Brasileira é seu parceiro ideal para garantir a qualidade e a sustentabilidade de seus projetos. Junte-se a nós nessa jornada rumo ao futuro!

Localizado em Balsas, MA, o laboratório se tornou uma referência não apenas em sua cidade, mas em toda a região do Maranhão, Tocantins e Piauí. Desde 2007, possuímos o selo de qualidade PAQLF da Embrapa, um reconhecimento que atesta a precisão e a confiabilidade de nossas análises. Em 2012, conquistamos também o selo de qualidade do programa de proficiência de análise foliar da ESALQ (PIATV), reafirmando nosso compromisso com os mais altos padrões de qualidade.

Equipe confiável

Nossa equipe de especialistas garante uma entrega rápida e confiável dos resultados das análises para que você possa tomar decisões mais assertivas e melhorar seu rendimento.

tecnologia de ponta

Contamos com equipamentos modernos e tecnologia de ponta para realizar as análises de forma precisa e eficiente, garantindo a qualidade dos resultados.

Atendimento personalizado

Nossa equipe está sempre disponível para atender às suas necessidades específicas e oferecer o melhor suporte para o sucesso dos seus cultivos.

Resultados detalhados

Fornecemos relatórios detalhados e de fácil entendimento, contendo todas as informações necessárias para que você possa tomar as melhores decisões para suas plantações.

Principais serviços oferecidos

Oferecemos análises de solo, tecido vegetal, água, fertilizantes e corretivos com qualidade e rapidez.

Análise de Solo

Realizamos análises de solo para determinar a qualidade e as necessidades de nutrientes para o seu cultivo.

Análise de Tecido Vegetal

Através de análises de tecido vegetal, podemos identificar deficiências nutricionais e auxiliá-lo no manejo adequado.

Análise de Água

Realizamos análises de água para garantir a qualidade e a segurança no consumo, além de avaliar a conformidade para fiscalização.

Análise de Fertilizantes e Corretivos

Através de análises, podemos avaliar a qualidade dos fertilizantes e corretivos utilizados em seu cultivo, garantindo melhores resultados.

Coletas

Procedimentos adequados para garantir a precisão e a confiabilidade das amostras.

AMOSTRAGEM DE SOLO

Como realizar uma amostragem de uma forma eficiente para representar com a maior exatidão possível a área a ser avaliada:
O primeiro passo para realizar a amostragem consiste em dividir a área em glebas de interferência, considerando os seguintes fatores: tipo de cobertura vegetal; formas de relevância; físicas (cor, textura e profundidade de perfil); e histórico de utilização da área.
Caso haja necessidade de divisão de um talhão, é importante que se faça um croqui para posterior correção de acordo com as diferenças encontradas nas análises de solo. A melhor forma de tratar essas diferenças é através da Agricultura de Precisão.
Para a amostragem são necessárias cerca de 20 amostras simples de área aquosa, coletadas para a formação de uma amostra composta que será enviada ao laboratório. A coleta pode ser feita com diferentes tipos de equipamentos de amostragem, que dependem do tipo e da umidade do solo.


Lembrando que as coletas devem ser feitas sempre na mesma profundidade. Após as coletas das amostras simples, elas são despejadas em um balde onde é feita uma mistura homogênea e retira-se cerca de 500 gramas de solo, que será a amostra composta que irá representar a área. Essa amostra deve ser embalada em um saco plástico fechado e identificado para ser enviada ao laboratório. Essa amostragem é feita preferencialmente em zigue-zague, de modo a representar a gleba.


A profundidade de coleta varia de acordo com a cultura, sendo em culturas anuais a coleta feita de 0-20 cm devido termos estudos de referência para adubações e calagem nessa profundidade. É importante que façamos amostragem em profundidades maiores como 20-40 cm para sabermos os níveis de nutrientes no perfil do solo.
Amostragens mais estratificadas como 0-10 e 10-20cm em sistema de plantio direto podem ser feitas a fim de se saber a distribuição dos nutrientes ao longo do perfil de solo.
Evitar a coleta de amostras próximo a cupins, formigueiros, monte de adubo ou calcário, terraço, queimada de restos culturais ou qualquer mancha que não represente a área em questão.
Áreas adubadas em linha requerem cuidados especiais de amostragem, para compensar a diferença de fertilidade existente devido a aplicação localizada dos fertilizantes.
A quantidade de solo, encaminhada ao laboratório, deve pesar aproximadamente 500 gramas.
O laboratório Terra Brasileira dispõe de sacos plásticos para amostragem.

Fonte: MARTINHÃO, D. G. S.; LOBATO, E. Cerrado – Correção do Solo e Adubação. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2004.

AMOSTRAGEM DE TECIDO VEGETAL

As concentrações dos nutrientes nas folhas estão diretamente ligadas a: estádio de crescimento, órgão analisado, variedade cultivada, local de coleta na planta e época de amostragem. Para uma boa amostragem de material vegetal, são apresentados na tabela abaixo os procedimentos a serem seguidos na coleta de folhas ou parte delas para as principais culturas do cerrado

Culturas Anuais
AlgodãoInício do florescimentoColetar o limbo da 5ª folha a partir do ápice da haste principal50 limbos, uma por planta
AmendoimInício do florescimentoColetar a 4ª folha a partir da base30 folhas, uma por planta
ArrozÉpoca do perfilhamentoColetar a folha recém-madura que forma um “V” (folha bandeira) em relação à folha nova e enrolada acima50 folhas, uma por planta
AveiaÉpoca do perfilhamentoColetar a folha recém-madura que forma um “V” (folha bandeira) em relação à folha nova e enrolada acima50 folhas, uma por planta
CevadaÉpoca do perfilhamentoColetar a folha recém-madura que forma um “V” (folha bandeira) em relação à folha nova e enrolada acima50 folhas, uma por planta
ErvilhaÉpoca do florescimentoColetar os folíolos recém-desenvolvidos50 folíolos, um por planta
FeijãoÉpoca do florescimentoColetar a primeira folha amadurecida a partir da ponta50 folhas, uma por planta
GirassolInício do florescimentoColetar as folhas do terço superior30 folhas, uma por planta
MamonaInício do florescimentoColetar o limbo da 4ª folha a partir da ponta30 limbos, um por planta
MandiocaDe 3 a 4 meses de idadeColetar a primeira folha recém-madura30 folhas, uma por planta
MilhoAparecimento da inflorescência feminina (“cabelo”)Coletar o terço central da folha abaixo da espiga30 folhas, uma por planta
SojaNo florescimentoColetar a 3ª folha com pecíolo30 folhas, uma por planta
SorgoInício do florescimentoColetar a 4ª folha, com bainha visível, a partir do ápice30 folhas, uma por planta
TrigoInício do florescimentoColetar a folha recém-madura que forma um “V” (folha bandeira) em relação à folha nova e enrolada acima30 folhas, uma por planta
TriticaleInício do florescimentoColetar a folha recém-madura que forma um “V” (folha bandeira) em relação à folha nova e enrolada acima30 folhas, uma por planta
Leguminosas (Adubos Verdes) e Forrageiras
Crotalária, Feijão-de-porco, Feijão-guandu, Lab-lab, Mucuna, TremocoInício do florescimentoColetar as folhas recém-maduras50 folhas, uma por planta
Amendoim forrageiroInício do florescimentoColetar as folhas recém-maduras, de preferência a 4ª folha a partir da base50 folhas, uma por planta
Capim em geralNovembro a fevereiroColetar as folhas verdes no porte de serem consumidas pelos animais50 folhas, uma por planta
Leucena, Soja perene, StylosantesInício do florescimentoColetar as folhas recém-maduras50 folhas, uma por planta

Observação: (*) Folha completamente desenvolvida.


Alguns critérios devem ser observados para que se colete uma amostragem realmente representativa:

  • Deve-se evitar a amostragem em locais próximos de estradas e/ou cerreadores;
  • Evitar amostragem em plantas atacadas por doenças ou pragas;
    Plantações que receberam pulverizações, só devem ser amostradas um mês após;
  • Deve-se evitar coletar folhas com sintomas de deficiências, a não ser que se queria identificar a deficiências;
  • Colocar o material coletado em sacos de papel limpos e identificados;
  • Enviar o material ao laboratório com o prazo máximo de 2 dias. Caso não seja possível, deve-se lavar o material com água corrente antes de murchar, para retirar o excesso de poeira, colocar a amostra em saco de papel e secar ao sol até ficar quebradiça e posteriormente enviar ao laboratório.

Fonte: MARTINHÃO, DGS; LOBATO, E. Cerrado – Correção do Solo e Adubação. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2004.

AMOSTRAGEM DE CORRETIVOS E FERTILIZANTES

Para obter uma amostra representativa de um determinado lote, os sacos serão escolhidos em diferentes posições da pilha, e o número de frações que formarão uma amostra final variável conforme o tamanho do lote.

TAMANHO DO LOTENº MINIMO DE SACOS A SEREM AMOSTRADOS
10Totalidade
11 a 5010
51 a 10020
Superior de 100 até 200020 + 2% da totalidade



Quando o lote for superior a 2000 sacos, dividir os lotes de 2000 sacos, ou fração. Para a coleta de qualquer fertilizante principalmente as misturas de adubos granulados, deve-se:

  • Deitar o saco horizontalmente sobre o chão
  • Tombá-lo pelo menos três vezes, para garantir a mistura do adubo
  • Com sonda fechada, introduzi-la totalmente no saco e abri-la para que o material caia nos furos
  • Fechar os furos e retirar a sonda, despejando seu conteúdo em um recipiente limpo
  • Repetir a operação para cada embalagem a ser amostrada

A GRANEL – EM SILOS OU A CÉU ABERTO:
Quando o produto estiver a céu aberto, sem nenhuma proteção, principalmente no caso de calcário, deve-se desprezar a camada superficial do monte. A coleta das amostras em montes deve ser feita com a sonda da amostragem que será introduzida totalmente e de forma inclinada. Em lotes de até cem toneladas, coletar no mínimo dez amostras simples em diferentes pontos do monte, escolhidos ao acaso de modo que a amostra seja representativa de todo o lote. Em montes de corretivos ou fertilizantes acima de cem toneladas, deverão ser retiradas além das dez amostras simples mais cinco a cada cem toneladas ou fração. Juntar as amostras simples em um recipiente limpo que evite a absorção de umidade.


EM VAGÕES OU CAMINHÕES:
Dividir e numerar a superfície do caminhão ou do vagão em dez áreas retangulares e, com a sonda metálica, retirar uma amostra de cada área numerada. A sonda deve ser introduzida, completamente, na posição inclinada, desde que o material permita. Juntar as amostras em um recipiente limpo e que evite a absorção de umidade.

Fonte: MARTINHÃO, D. G. S.; LOBATO, E. Cerrado – Correção do Solo e Adubação. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2004

AMOSTRAGEM DE ÁGUA

É de fundamental importância que seja realizada a refrigeração das amostras. Os tipos de frascos mais utilizados no armazenamento de amostras são os de plástico, vidro borossilicato e do tipo térmico; sendo estes últimos trabalhados quando o custo da limpeza se tornou muito oneroso. A limpeza de frascos e tampas é de suma importância para evitar a introdução de contaminantes nas amostras.

Condições operacionaisVidro (Borossilicato)Plástico (Polietileno)
Interferência com a amostraInerte a todos os constituintes, exceto a forte alcalinidadeInerte a todos os constituintes, exceto pesticidas, óleos e graxas
PesoPesadoLeve
Resistência a rupturaFácilAlguma dificuldade na remoção de componentes absorvíveis
Esterilização á vaporSimApenas os de alta densidade


CUIDADOS GERAIS:
1 – As amostras não devem incluir partículas grandes, detritos, folhas ou outro tipo de material acidental;
2 – Para minimizar a contaminação da amostra convém recolhê-la com a boca do frasco de coleta contra a corrente;
3 – Coletar volume suficiente de amostra para eventual necessidade de repetir alguma análise de laboratório (de 1,5 a 2 L);
4 – A parte interna dos frascos e do material de coleta, assim como tampas, não podem ser tocadas com a mão ou ficar expostos ao pó, fumaça e outras impurezas (gasolina, óleo, e fumaça de exaustão de veículos podem ser grandes fontes de contaminação de amostra). Recomenda-se, portanto, que os coletores mantenham as mãos limpas ou usem luvas plásticas (cirúrgicas e não coloridas) e não fumem durante a coleta das amostras;
5 – Imediatamente após a coleta, as amostras devem ser colocadas ao abrigo de luz solar;
6 – As amostras devem ser acondicionadas em caixa de isopor com gelo;
7 – Registrar todas as informações de campo como:
Identificação do ponto de amostragem e sua localização (profundidade);
Data e hora de coleta;
Tipo de amostragem (efluente industrial, água de rio, potável, poço, etc.);
Condições meteorológicas nas últimas 24 horas, como chuvas;
Nome do responsável pela coleta, endereço e telefone.
Para sistema de distribuição de água para consumo humano:
1 – Verificar se o ponto de coleta recebe água diretamente do sistema de distribuição e não de caixas, reservatórios ou cisternas;
2 – A torneira não deverá ter aeradores ou filtros, nem apresentar vazamentos de água;
3 – Inicialmente abrir a torneira e deixar escoar a água por 2 a 3 minutos, ou o tempo suficiente para eliminar impurezas e água acumulada na canalização;
4 – Caso seja necessário, utilizar uma solução de hipoclorito para eliminar qualquer tipo de contaminação externa;
5 – Remover completamente o hipoclorito antes da coleta;
6 – Abrir a torneira a meia seção (fluxo pequeno e sem respingos) por 2 minutos;
7 – Remover a tampa do frasco conjuntamente com o papel protetor, com todos os cuidados de assepsia, evitando contaminação da amostra pelos dedos, luvas ou outro material;
8 – Para amostras de água contendo cloro, os frascos devem conter inibidor de cloro.
9 – Segurar o frasco verticalmente, próximo á base e efetuar o enchimento, deixando um espaço vazio de aproximadamente 2,5 a 5,0 centímetros do topo, possibilitando a homogeneização;
10 – Fechar o frasco imediatamente após a coleta, fixando bem o papel protetor ao redor do gargalo e trazer ao laboratório sob refrigeração.


EM POÇOS FREÁTICOS:
1 – Em poços equipados com bombas manuais ou mecânicas, bombear a água durante aproximadamente 5 minutos;
2 – Realizar desinfecção da saída da bomba com hipoclorito;
3 – Deixar a água escorrer novamente antes da coleta de amostra;
4 – Remover a tampa do frasco conjuntamente com o papel protetor, com todos os cuidados de assepsia, evitando contaminação da amostra pelos dedos, luvas ou outro material;
5 – Segurar o frasco verticalmente, próximo á base e efetuar o enchimento, deixando um espaço vazio de aproximadamente 2,5 a 5,0 centímetros do topo, possibilitando a homogeneização;
6 – Fechar o frasco imediatamente após a coleta, fixando bem o papel protetor ao redor do gargalo e trazer ao laboratório sob refrigeração.
7 – Em poços sem bomba, a amostragem deixa de ser feita diretamente no poço, utilizando um recipiente esterilizado (passar álcool em baldes);
8 – Não retirar amostras da camada superficial da água, evitando a contaminação com espuma ou com outro material das paredes do poço.


ÁGUAS SUPERCIAIS:
Amostras coletadas diretamente de um corpo receptor:
1 – Procurar evitar a coleta de amostras em áreas estagnadas ou em locais próximos ás margens;
2 – Com todos os cuidados de assepsia, remover a tampa do frasco juntamente com o papel protetor;
3 – Com uma das mãos, segurar o frasco pela base, mergulhar rapidamente o frasco com a boca para baixo, de 15 a 30 centímetros abaixo da superfície da água, para evitar a introdução de contaminantes superficiais;
4 – Direcionar o frasco de modo que a boca fique em sentido contrário á  correnteza;
5 – Se o corpo de água for estático, deverá ser criada uma corrente superficial, através da movimentação do frasco na direção horizontal (sempre para frente);
6 – Inclinar o frasco lentamente para cima, a fim de permitir a saída de ar e subsequente enchimento do mesmo;
7 – Retirar o frasco do corpo d’água, desprezar uma pequena porção da amostra, deixando um espaço vazio suficiente que permita a homogeneização da amostra para análise;
8 – Fechar o frasco imediatamente, fixando o papel protetor ao redor do gargalo e trazer ao laboratório sob refrigeração.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
CETESB, 1987. Guia de coleta e preservação de amostras de água. 1ª ed. São Paulo, 155p.

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